sexta-feira, 6 de julho de 2012

     Estamos criando este blog com o objetivo de compartilhar conhecimentos e acima de tudo, aprender coisas novas. Não apenas por isso, o blog também foi criado porque nosso professor de física decidiu realizar uma atividade avaliada diferente, na qual teríamos que em grupo buscar informações e expor aquilo que aprendemos, estando sugeitos e comentários, críticas e elogios dos colegas.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Um pouco de história

     Os egípcios foram os primeiros que se preocuparam em fazer seu registro na história da medicina cirúrgica. A recente descoberta dos papiros veio revelar que, embora a cultura médica da época fosse quase inteiramente empírica, os egípcios aventuravam-se em operações do rosto e até da coluna vertebral.
     Até a Idade Média, a cirurgia era considerada uma atividade artesanal e vista com maus olhos pelos médicos "sérios". Seu prestígio só cresceu muito tempo depois.
     No século XIV, Paracelso, imaginou pela primeira vez o uso de metais (mercúrio) na terapêutica, André Vesálio divulgou o primeiro tratado de anatomia humana e Ambroise Paré introduziu ligaduras para comprimir veias e artérias, e deter hemorragias. Pouco depois, Willian Harvey demonstrou o esquema da grande circulação sanguínea e, menos de um século mais tarde, Marcelo Malpighi fez pesquisas importantes sobre a estrutura celular dos rins e dos pulmões.
     Depois que se descobriu a existência de bactérias e micróbios, adotaram-se medidas para garantir ao pessoal e ao instrumento cirúrgico o máximo de assepsia.
     A equipe médica usa uniformes que só deixam descobertos o rosto e as mãos, sendo que estas, após exaustivas lavagens, são envolvidas em luvas de fina e macia borracha, as quais, concluindo o trabalho, não são mais utilizadas.
     Essa guerra aberta aos micróbios se justifica: no passado, muitas vezes uma operação era bem sucedida e, no entanto, o paciente não sobrevivia, em virtude de infecções pós operatórias, que tinham origem em condições inadequadas de esterilização de ambiente e roupas.
     Uma operação não é mais um trabalho individual. A cirurgia tornou-se muito complexa e, ao mesmo tempo, muito precisa, o que determinou a necessidade de especialização. Por isso, mesmo as intervenções mais simples exigem atualmente a colaboração de uma equipe, que, embora varie o número, geralmente reúne o cirurgião, um ou dois cirurgiões-assistentes, dois ou três anestesistas, uma ou duas enfermeiras instrumentadoras e ainda outras enfermeiras auxiliares. Os anestesistas encarregam-se do relaxamento do paciente, atento às suas condições circulatórias e respiratórias, as instrumentadoras fornecem ao cirurgião o material para o trabalho, cuidando ainda da iluminação do campo operatório, enquanto as outras enfermeiras, além de prepararem os instrumentos, fiscalizam o funcionamento da aparelhagem secundária e realizam serviços menores.
     Os instrumentos utilizados por um cirurgião são muitos, cada qual com uma finalidade definida. São fabricados em aço cromado, que permite a esterilização absoluta.
     Ao fim de uma operação, no momento de ligar as bordas dos cortes feitos, entram em cena as agulhas, de formato curvo, que utilizam um fio conhecido como "categute" (um abrasileiramento da palavra catgut, que significa tripa de gato). O categute, que como o nome indica, é feito de tripa de gato (ou lebre), tem a vantagem de ser gradualmente absorvidos pelos tecidos humanos, o que o torna adequado para uso de costuras internas. A sêda, linho e o nylon são usados para as costuras externas e superficiais. Em cirurgia, porém, o termo "costura" não existe. Sutura é a palavra mais adequada e elegante.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Sabemos que um procedimento cirúrgico tem como objetivo ajudar as pessoas, seja ela estéticamente ou a favor da saúde.